"%$##&!!! É só a gente se empolgar com o blog que vocês param de escrever?!?" - leitor frustado.
"Eu até achei que vocês estavam fechando as portas..." - leitor descrente.
"O blog 'tá abandonado, hein?" - leitor igualmente abandonado.
"Ué? E eu achando que era URGENTE a Operação Canadá. :-P" - leitor sabichão.
Todos vivos e com saúde, graças a Deus! Blog voltando às atividades corriqueiras em breve, muito breve. Peço desculpas aos fiéis leitores(*).
Abraços!
(*) nomes suprimidos para preservar a identidade dos fiéis leitores. Rerererere...
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Eu tuito, tu tuitas
Minha primeira "tuitada". Nasceu o primeiro dentinho do meu bebê ontem. Quer dizer, cortou a gengiva, mas ainda não dá pra ver nada kkkkk
terça-feira, 29 de junho de 2010
É chato, mas...
...'Tá sempre na moda, né? Esse é o Gavião Bueno, como diria o pessoal do Casseta e Planeta.
Pra quem quiser matar a saudade, o pessoal do Bola nas Costas fez uma aplicação com todos os famosos dizeres da "avis rara". Muito divertido! Se eu tenho saudades? Do estilo de narração brasileiro, sem dúvida. Mas do figura? Neeeemmm... Prefiro o carinha da CBC falando "Dânga" e "Djuan" (o primeiro ele já corrigiu). Rererererere...
Talvez eu sinta falta dos barracos dele com o Arnaldo César Coelho. :-)
Pra quem quiser matar a saudade, o pessoal do Bola nas Costas fez uma aplicação com todos os famosos dizeres da "avis rara". Muito divertido! Se eu tenho saudades? Do estilo de narração brasileiro, sem dúvida. Mas do figura? Neeeemmm... Prefiro o carinha da CBC falando "Dânga" e "Djuan" (o primeiro ele já corrigiu). Rererererere...
Talvez eu sinta falta dos barracos dele com o Arnaldo César Coelho. :-)
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Que nem político...
Aproveitando o quesito "Copa", Pelé e Maradona 'tão sempre se pegando, certo? É só dar uma olhada aqui pra conferir parte da brincadeira. Que bonitinho, né?
Publicidade na faixa, nada mais.
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terça-feira, 15 de junho de 2010
Cala Boca Galvão!
Pois é... Os brasileiros mais uma vez tomaram a internet! Rerererere... O mais interessante é ver como o povo é "ingênuo" e passa essas campanhas pra frente sem o menor pudor.
Acabei de ver que o supracitado é um ótimo desportista, viu! Gostei de ver a atitude positiva da figura; entrar na brincadeira é muito mais sadio.
Como menciono sempre, Galvão Bueno é parte do folclore brasileiro, junto a Saci Pererè, Boi Tatá e à Mula-Sem-Cabeça. Câmara Cascudo vira no caixão toda hora que falo isso! :-)
Abraços!
Acabei de ver que o supracitado é um ótimo desportista, viu! Gostei de ver a atitude positiva da figura; entrar na brincadeira é muito mais sadio.
Como menciono sempre, Galvão Bueno é parte do folclore brasileiro, junto a Saci Pererè, Boi Tatá e à Mula-Sem-Cabeça. Câmara Cascudo vira no caixão toda hora que falo isso! :-)
Abraços!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Como já...
...Diria um ex-professor de inglês daqui de Vancouver:
"São dias como esse que nos fazem lembrar porque a nossa província é tão verde; aproveitem para vivenciar um típico e verdadeiro dia da Colúmbia Britânica."
:-)
Acho que Vancouver ficou com inveja do Rio. Aliás, coisa triste, hein? Primeiro São Paulo fica praticamente 2 meses debaixo d'água e agora o Rio. E depois ainda chamam a nossa querida cidade de Vanchuver.
Mas hoje 'tá brabo mesmo! Rererererere... Moveram o inverno pra primavera! "Sprinter time".
"São dias como esse que nos fazem lembrar porque a nossa província é tão verde; aproveitem para vivenciar um típico e verdadeiro dia da Colúmbia Britânica."
:-)
Acho que Vancouver ficou com inveja do Rio. Aliás, coisa triste, hein? Primeiro São Paulo fica praticamente 2 meses debaixo d'água e agora o Rio. E depois ainda chamam a nossa querida cidade de Vanchuver.
Mas hoje 'tá brabo mesmo! Rererererere... Moveram o inverno pra primavera! "Sprinter time".
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A Mulher que não Gosta de Fazer Compras
Era uma vez uma mulher que não gostava de fazer compras.
Durante sua infância este “transtorno” de personalidade foi bem escondido pelo fato de ser a mais jovem de três irmãs. Na sua memória poucos são os episódios de ter sido arrastada pela mãe para comprar roupas ou sapatos, na maior parte do tempo conseguia ter uma das irmãs acompanhando a mãe e herdar a maior parte de suas roupas.
Na adolescência, por afinidade, relacionou-se com garotas do mesmo estilo (ou falta de estilo como algumas Patricinhas colocariam). Não ficou livre se rótulos e comentários preconceituosos por isto, mas sobreviveu e foi feliz.
Lembra-se com clareza de dois comentários do pai: “Dei sorte, minhas filhas são muito baratas pra manter” e “Tu não tens necessidade de andar vestida deste jeito”. Um exaltando e outro execrando a maneira desligada dela vestir-se.
De maneira alguma isto significava que ela não gostasse de se arrumar, muito pelo contrário. Talvez esta expressão possuísse apenas um significado diferente em seu vocabulário. O que lhe incomodava eram as lojas lotadas, perder horas e horas em que poderia estar fazendo outra coisa, experimentar 20 peças para encontrar uma que goste, opiniões “sinceras” de vendedores, opiniões não solicitadas de vendedoras... E o mais frustrante de tudo, achar o item perfeito depois de ter perdido uma tarde inteira fazendo algo que não lhe dá prazer, só para descobrir que está fora de seu orçamento. Porque é lógico, que o que ela escolheu é o item mais caro da loja.
A mulher que não gostava de fazer compras ainda não gosta e é vista como um E.T. por algumas de suas amigas mais chegadas. O problema é que agora ela percebeu uma mudança sobre a qual não possui controle algum. Ela está grávida de 5 meses e meio. Ou seja, a partir de agora ela é a responsável não apenas pelas suas compras, mas também pelas compras do neném. Vale dizer que até hoje a criança possui apenas uma roupinha e um sapatinho comprado pela mamãe.
E assim, a mulher que não gosta de fazer compras precisa aprender a tirar prazer desta atividade. Ou seu bebê nasce sem ter nem ao menos seu quarto montado.
Talvez virar naturalista seja uma boa opção, ou quem sabe viver de luz (assim se evita o supermercado).
Beijos de uma futura mamãe sofrendo por antecipação por um enxoval ainda não iniciado.
Durante sua infância este “transtorno” de personalidade foi bem escondido pelo fato de ser a mais jovem de três irmãs. Na sua memória poucos são os episódios de ter sido arrastada pela mãe para comprar roupas ou sapatos, na maior parte do tempo conseguia ter uma das irmãs acompanhando a mãe e herdar a maior parte de suas roupas.
Na adolescência, por afinidade, relacionou-se com garotas do mesmo estilo (ou falta de estilo como algumas Patricinhas colocariam). Não ficou livre se rótulos e comentários preconceituosos por isto, mas sobreviveu e foi feliz.
Lembra-se com clareza de dois comentários do pai: “Dei sorte, minhas filhas são muito baratas pra manter” e “Tu não tens necessidade de andar vestida deste jeito”. Um exaltando e outro execrando a maneira desligada dela vestir-se.
De maneira alguma isto significava que ela não gostasse de se arrumar, muito pelo contrário. Talvez esta expressão possuísse apenas um significado diferente em seu vocabulário. O que lhe incomodava eram as lojas lotadas, perder horas e horas em que poderia estar fazendo outra coisa, experimentar 20 peças para encontrar uma que goste, opiniões “sinceras” de vendedores, opiniões não solicitadas de vendedoras... E o mais frustrante de tudo, achar o item perfeito depois de ter perdido uma tarde inteira fazendo algo que não lhe dá prazer, só para descobrir que está fora de seu orçamento. Porque é lógico, que o que ela escolheu é o item mais caro da loja.
A mulher que não gostava de fazer compras ainda não gosta e é vista como um E.T. por algumas de suas amigas mais chegadas. O problema é que agora ela percebeu uma mudança sobre a qual não possui controle algum. Ela está grávida de 5 meses e meio. Ou seja, a partir de agora ela é a responsável não apenas pelas suas compras, mas também pelas compras do neném. Vale dizer que até hoje a criança possui apenas uma roupinha e um sapatinho comprado pela mamãe.
E assim, a mulher que não gosta de fazer compras precisa aprender a tirar prazer desta atividade. Ou seu bebê nasce sem ter nem ao menos seu quarto montado.
Talvez virar naturalista seja uma boa opção, ou quem sabe viver de luz (assim se evita o supermercado).
Beijos de uma futura mamãe sofrendo por antecipação por um enxoval ainda não iniciado.
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